Aproximação e acolhimento às famílias dependem da investigação do que as distanciam da escola

Aproximação e acolhimento às famílias dependem da investigação do que as distanciam da escola

Oferecida pela LUDIE, reunião para atendimento ajuda escolas a fidelizar e estreitar laços com as famílias

As escolas enfrentam um desafio contínuo quando se fala em aproximar e acolher as famílias. Nesse momento em que a educação está sendo impactada e requer bastante acompanhamento, manter a proximidade é essencial. Tanto que esse desafio dobrou de tamanho e toca na questão da fidelização dos pais e responsáveis para a saúde financeira das instituições de ensino.

Na pesquisa “Compreendendo a relação entre Família e Escola na Quarentena”, realizada pela LUDIE em maio, 40% dos pais e responsáveis afirmam que a comunicação da escola com as famílias precisa melhorar e ser mais clara. E mais de 30% declaram que a escola precisa aumentar o vínculo com as crianças mesmo à distância. Apesar de não abranger a totalidade, tais percentuais demonstram que parte significativa das famílias acredita que a relação pode ser melhorada.

Sabemos que agora as escolas precisam se aproximar das famílias e fidelizá-las – uma questão-chave para a saúde das instituições de ensino que precisam manter as matrículas. Compreendendo essa necessidade, a LUDIE desenvolveu a Reunião Para Atendimento Às Famílias.

Através de orientação para as famílias junto com a Equipe LUDIE, abordamos um ou mais temas de interesse a partir da necessidade da escola. Dentre eles, podemos destacar aproximação e fidelização; acolhimento e ressignificação de valores da escola para as famílias, fortalecendo este vínculo e criando uma relação mais colaborativa e compreensiva. Também podem ser abordados o engajamento do aluno no ensino online, orientando as famílias à lidar com este novo modelo. Com duração de no mínimo 1h30, as reuniões podem ser adquiridas individualmente e são construídas junto com a escola.

Foco não é procurar culpados pelo distanciamento

Família parceira da escola. Escola parceira da família. Na mesma pesquisa apontada anteriormente, 98% dos pais e responsáveis afirmam valorizar a relação com a escola. Isso demonstra que as famílias estão mais conscientes da importância desse vínculo, sendo um facilitador no processo de aproximação, acolhimento e, conforme afirmamos anteriormente, fidelização.

Aqui é necessário entender que o foco não é procurar culpados quando se percebe um distanciamento ou insatisfação na relação escola-família. Ainda mais quando estamos numa crise financeira que está afetando os pais, responsáveis e a consequentemente as instituições de ensino.

O foco está em ouvir, investigar e pensar em maneiras de resolver as questões que dificultam o entendimento e a aproximação. Nesse momento em que 74% dos pais se sentem preocupados com a condição emocional dos filhos, acolhê-los é fundamental e a escola pode ser tornar o ponto de apoio.

Benefícios para as escolas e as famílias

Outro ponto importante é que a boa relação escola-família é um grande diferencial para manutenção das matrículas escolares e, na questão pedagógica, a efetividade do ensino-aprendizagem. Por isso, é preciso que ambas as partes falem a mesma língua (escola e família).

Tanto que construir e fortalecer o vínculo escola-família impacta em diferentes aspectos: melhora no clima escolar, fidelização dos pais e responsáveis, favorecimento da aprendizagem com aumento do engajamento e dos resultados dos alunos. Esse último ponto contempla aspectos cognitivos do ensino-aprendizagem, além de também poder abranger o socioemocional dos alunos e da escola como um todo. É a cultura socioemocional fazendo parte da identidade escolar, que é única de cada escola, e a LUDIE atua justamente no sentido de potencializá-la.

*A pesquisa “Compreendendo a relação entre Família e Escola na Quarentena”, realizada pela LUDIE em maio deste ano, contou com a participação de 246 pais e responsáveis. A maior parte dos familiares respondentes têm filho com idade entre 8 e 11 anos (39,4%), seguido de crianças de 4 e 7 anos (31,4%) e 0 a 3 anos (12,8%); e adolescentes e jovens de 12 a 15 anos (12,8%) e 16 a 18 anos (3,6%).

 

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